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Médico testemunha de jeová é acusado de homicidio por deixar jovem morrer sem atendimento


Por dois votos a um, a 9ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu no dia 28 de janeiro levar a júri popular sob a acusação de homicídio um médico que deixou uma jovem morrer ao impedir que ela recebesse uma transfusão de sangue.

A jovem, que sofria de leucemia, seria salva com o procedimento.

O médico e a família da jovem são da Testemunhas de Jeová, religião cuja doutrina proíbe os fiéis de serem submetidos à transfusão porque na Bíblia está escrito “abstende-vos de sangue”. (Atos 15:29).

Os pais da adolescente também serão levados a julgamento sob a mesma acusação.

A decisão do Tribunal confirmou sentença de primeira instância. Como um desembargador votou contra a acusação, os três TJs poderão recorrer. Eles têm, portanto, uma chance de escaparem do júri popular.
É comum fiéis das TJ impedirem que familiares sejam salvos pela transfusão. Mas médico é raro.

Quando se formam, os médicos juram respeitar a vida humana, não permitindo, entre outros compromissos, que “concepções religiosas” intervenham no seu dever e com seus pacientes.

Mas o médico desse caso chegou a ameaçar o hospital de processá-lo caso fosse feita a transfusão, conforme consta nos autos.

Os responsáveis pelo hospital argumentaram que a adolescente morreria em poucos dias se a a leucemia não fosse combatida pelo tratamento de praxe.

Como o apoio do médico, os pais da jovem responderam que preferiam que ela morresse a autorizar a transfusão.

A garota morreu dois dias depois ter sido internada em uma cidade do litoral sul de São Paulo. Foi em julho de 1993.

Para o desembargador Nuevo Campos, que votou contra a acusação, o médico e os pais da adolescente não podem ser incriminados porque a Constituição garante a liberdade religiosa.

Outros dois desembargadores invocaram o direto à vida, que também é constitucional.

No entendimento de Galvão Bruno, o relator, e Sérgio Coelho, a liberdade religiosa não é mais importante do que a vida.


Em Paulopes Weblog via Cristão Confuso


O site Consultor Jurídico oferece uma outra abordagem da questão muito interessante.

Mais uma vítima das testemulhas de jeová. Espero que os fanáticos desta seita TJ não escapem da justiça. Lamentável quando a ignorância dos pais custa a vida dos filhos.
Heresias 3201090592786371451

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  1. Na verdade, na Constituição o direito à vida precede todos os demais... por motivos óbvios, como entendemos.

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  2. É incrível como um texto bíblico interpretado e aplicado de forma errada, anula o maior de todos os mandamentos que é o amor!
    "Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte.Qualquer que odeia a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele.Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos.(1 João 14-16)
    Como dizia o Sr. Omar: Trágico!

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  3. (caso o texto não tenha ido da primeira vez)

    Ninguém poderá acusá-los de não serem fundamentalistas nem de seguirem o dogma da "sola scriptura" a risca.

    A versão da Bíblia que eles seguem é mais "austera" que a versão usada por evangélicos e por nós católicos, pois a versão deles é baseada somente nos "manuscritos mais aceitos", isso mesmo meu caro evangélico, a sua Bíblia é flexível em comparação com a deles, isso certamente nunca ninguém te contou...

    espere aí fariseu, guarde por um momento a sua pedra,

    eu disse que a Bíblia deles é baseada somente nos Textos mais antigos, não disse que a interpretação deles é a melhor e mais fiel. isso mesmo que você ouviu, a interpretação, pois tradução "ipsis litteris" da Bíblia não existe, nem versões protestantes, nem versões católicas, todas as "traduções" são resultado de uma interpretação preconcebida, no caso da versão católica podemos dizer que ela é orientada pela Tradição da Igreja, e no caso da evangélica ela se aproxima bastante da versão católica.

    A verdade é que a versão da Torre de Vigia, a "Tradução do Novo Mundo" é mais fiel ao fundamentalismo e ao "sola scripturismo", pois não leva em conta a Tradição da Igreja, por exemplo: a palavra Trindade não existe na Bíblia, mas existe na Tradição Apostólica.

    Se os evangélicos protestantes não levassem em consideração a Tradição da Igreja, seriam todos Testemunhas de Jeová, mas mesmo não admitindo, você evangélico segue a Tradição da Igreja ainda que parcialmente.

    Outro exemplo que você evangélico segue parte da Tradição da Igreja, nosso calendário liturgico é seguido por todos os protestantes, natal e páscoa por exemplo, os testemunhas de jeová não seguem essas datas, e se você protestante realmente acreditasse no dogma da "sola scriptura" seguiria um calendário liturgico judaico.

    As pérolas foram lançadas! (sem ofensa pois é com humor)

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  4. Parabéns por colocarem o link do site Consultor Jurídico. Sugiro que publiquem na íntegra a reportagem, pois ela é mais imparcial.

    Vamos por partes.

    Primeiro, qualquer pessoa pode ser ser acusada seja do que for. Mas todo acusado é considerado inocente até prova em contrário e tem o direito de se defender em um julgamento justo. E o ônus da prova cabe ao acusador.

    Assim, o simples fato de alguém ser acusado não prova que ele é culpado. Portanto, devemos nos conter em nossas conclusões.

    Segundo, as TJ não recusam tratamento médico, elas exercem seu direito de escolher formas de tratamento médico que se harmonizem com suas crenças (que NÃO estou defendendo aqui).

    Para quem não sabe, dentro da medicina tradicional existem diversas formas de se tratar um mesmo problema de saúde e é um direito democrático do paciente escolher qual prefere.

    Terceiro, por que "fanáticos", "seita" e "ignorantes"? Só por que pensam de forma diferente de você? Somente as pessoas que concordam com você é que são esclarecidas e sinceras? Que dogmatismo!

    Acredita mesmo que só por chamar um grupo de "seita" você está provando algo? Essa é a maior das falácias: usar linguagem depreciativa para denegrir o outro lado (Argumentum Ad Hominem)

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_hominem

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Apelo_ao_preconceito

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Apelo_ao_rid%C3%ADculo

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Bulverismo

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_fal%C3%A1cias

    Como disse o apóstolo Paulo em Atos 24:14:

    "Mas, eu admito o seguinte a ti, que, segundo o caminho que eles chamam de ‘seita’, desta maneira eu presto serviço sagrado ao Deus dos meus antepassados, crendo em todas as coisas expostas na Lei e escritas nos Profetas"

    Façam a seguinte pesquisa:

    Perguntem para cem TJs se foi Deus que causou o terremoto no Haiti, se Deus torna ricos os que se convertem à sua denominação, se tudo o que acontece de ruim conosco é culpa do Diabo porque fizeram macumba para nós, se em seus locais de reunião há símbolos judaicos e se distribuem objetos ungidos.

    Perguntem para cem TJs se elas lançam Bíblias de Estudo e outros produtos gospel, se fazem uma ExpoCristã e shows gospel, se possuem cantores que são verdadeiros ídolos para seus fãs.

    Perguntem para cem TJs se elas consideram seus líderes locais, regionais e mundiais como "ungidos" infalíveis que devem ser obedecidos cegamente ou como irmãos comuns, se possuem títulos como "bispos", "apóstolos", "profeteiros", "levitas" e outros.

    Perguntem para cem TJs se elas sabem explicar a diferença entre Noé, Abraão e Moisés.

    Depois façam essas mesmas perguntas para cem evangélicos comuns. Então comparem as respostas.

    ...

    Se alguém quiser ouvir o lado das TJ:

    http://www.watchtower.org/t/hb/article_07.htm

    http://www.watchtower.org/t/hb/article_06.htm

    http://www.watchtower.org/t/hb/

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  5. Gente, e que dizer dos milhares, infelizmente, que morrem ao receber sangue. Metade desses, segundo estatisticas, morrem por terem recebido sangue errado. Outros, porque morreriam recebendo ou não sangue. Não se trata de religião, mas sim de respeitar a pessoa doente. Se ela quer um tratamento melhor do que a transfusão, é opção dela. Os que preferem transfusão, que recebam transfusão. Se cada um cuidasse do seu próprio nariz, o mundo seria bem melhor. Esses TJ's pelo menos não estão nas guerras do Afeganistão, nem estiveram no Iraque e outras guerras, como os católicos e protestantes, hindus e muçulmanos, budistas e confucionistas. Deixe-os em paz, que aliás, é o que eles mais pregam quando batem à minha porta.

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  6. Ao amigo Católico-Islâmico,
    Sobre Cânon da Bíblia:
    A palavra “cânon” vem do termo grego “kanon” que significa “cana’, ou seja” uma vara reta “ou” um padrão de medida “. Daí deriva o significado secundário que se refere a uma regra ou padrão de conduta uma forma de lei. O sentido metafórico da palavra cânon é empregado para significar” aquilo que é conforme a regra ou medida “. Mais tarde passou a significar lista ou catalogo.

    Logo veio a ser utilizada significando um padrão de opinião e de conduta, sendo finalmente aplicada aos livros da Bíblia. Assim sendo, o cânon da Bíblia consiste naqueles livros considerados com méritos incluídos nas Sagradas Escrituras. Livros que foram medidos foram declarados satisfatórios e aprovados pelos Pais da Igreja como tendo sido inspirados por Deus.
    Por que foi formado e quando foi formado o Cânon da Bíblia?

    O cânon da Bíblia começou a ser formado durante as primeiras décadas da nossa era, especialmente após a queda de Jerusalém em 70 d.C., quando os judeus calcularam suas posses espirituais em particular sobre o que haviam recebido como “livros santos”. Não é de se surpreender que após longa reflexão alguns deles tenham feito objeções contra alguns desses livros, como por exemplo, Eclesiastes, Cantares e Estér.

    Embora isto tenha acontecido, mesmo assim foi muito bom, pois o cânon foi definido de forma mais séria e aplicado com cuidado e rigor sobre os Escritos Sagrados.

    Existem três principais razões para o cânon da Bíblia ter sido definido. Primeiro, para conservar os escritos inspirados contra a corrupção. Em segundo lugar para evitar a edição de outros livros, pois já haviam aparecido muitos outros livros que se diziam inspirados. A terceira razão para a formação do cânon da Bíblia foi para prevenir qualquer tentativa de destruírem a Bíblia.

    O Cânon protestante do Antigo Testamento.

    O cânon protestante do Antigo Testamento (composto pelos trinta e nove livros relacionados a baixo) é exatamente igual ao cânon hebraico massorético, que seria formado pelos seguintes livros:
    Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias, Estér, Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cantares, Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias.

    O cânon massorético é a Bíblia hebraica em sua forma definitiva, vocalizada e acentuada pelos massoretas. A ordem dos livros, entretanto, segue a da Vulgata e da Septuaginta.
    Algumas explicações sobre os Massoretas.

    Os massoretas eram judeus estudiosos que se dedicavam à tarefa de guardar a tradição oral (massora) da vocalização e acentuação correta do texto. À medida que um sistema de vocalização foi sendo desenvolvido, entre 500 e 950 AD, o texto consonantal que receberam dos soferim foi sendo por eles cuidadosamente vocalizado e acentuado.

    Além dos pontos vocálicos e dos acentos, os massoretas acrescentavam também ao texto as massoras marginais, maiores e finais, calculadas pelos soferim. Essas massoras (tradições) eram esta tísticas colocadas ao lado das linhas, ao fim das páginas e ao final dos livros, indicando quantas vezes uma determinada palavra aparecia no livro, o número de versículos, palavras e letras. Elas indicavam até a palavra e letra central do livro.
    (CONTINUA)

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  7. (CONTINUAÇÃO)

    O Cânon Massorético

    Embora o conteúdo do cânon protestante seja o mesmo do cânon hebraico, a divisão e a ordem dos livros são diferentes. Eis a divisão e ordem do cânon hebraico:

    O Pentateuco (Torá): Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio. Os Profetas (Neviim): Anteriores: Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis. Posteriores: Isaías, Jeremias, Ezequiel e Profetas Menores. Os Escritos (Kêtuvim): Poesia e Sabedoria: Salmos, Provérbios e Jó. Rolos ou Megilloth (lidos no ano litúrgico): Cantares (na páscoa), Rute (no pentecostes), Lamentações (no quinto mês), Eclesiastes (na festa dos tabernáculos) e estér (na festa de purim).

    Históricos : Daniel, Esdras, Neemias e 1 e 2 Crônicas. O Cânon Consonantal A divisão e ordem dos livros no cânon hebraico consonantal (anterior) era a mesma. O número de livros, entretanto, era diferente. O conteúdo era o mesmo, mas agrupado de modo a formar apenas vinte e quatro livros. Os livros de 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis e 1 e 2 Crônicas eram unidos, formando apenas um livro cada (o que implica em três livros a menos em relação ao nosso cânon). Os doze profetas menores eram agrupados em um só livro (menos onze livros). Esdras e Neemias formavam um só livro, o Livro de Esdras (menos um livro).
    Testemunhas Antigas do Cânon Protestante Hebraico

    A referência mais antiga ao cânon hebraico é do historiador judeu Josefo (37-95 AC). Em Contra Apionem ele escreve:
    “Não temos dezenas de milhares de livros, em desarmonia e conflitos, mas só vinte e dois, contendo o registro de toda a história, os quais, conforme se crê, com justiça, são divinos”.

    Depois de referir-se aos cinco livros de Moisés, aos treze livros dos profetas, e aos demais escritos (os quais “incluem hinos a Deus e conselhos pelos quais os homens podem pautar suas vidas”), ele continua afirmando: Desde Artaxerxes (sucessor de Xerxes) até nossos dias, tudo tem sido registrado, mas não tem sido considerado digno de tanto crédito quanto aquilo que precedeu a esta época, visto que a sucessão dos profetas cessou. Mas a fé que depositamos em nossos próprios escritos é percebida através de nossa conduta; pois, apesar de ter-se passado tanto tempo, ninguém jamais ousou acrescentar coisa alguma a eles, nem tirar deles coisa alguma, nem alterar neles qualquer coisa que seja.

    Josefo é suficientemente claro. Como historiador judeu, ele é fonte fidedigna. Eram apenas vinte e dois os livros do cânon hebraico agrupados nas três divisões do cânon massorético. E desde a época de Malaquias (Artaxerxes, 464-424) até a sua época nada se lhe havia sido acrescentado. Outros livros foram escritos, mas não eram considerados canônicos, com a autoridade divina dos vinte e dois livros mencionados.

    Além de Josefo, Mileto, Bispo de Sardes, diz ter viajado para o Oriente, em 170, com o propósito de investigar a ordem e o número dos livros do Antigo Testamento; Orígenes, o erudito do Egito, que morreu em 254; Tertuliano (160-250), pai latino contemporâneo de Orígenes; e Jerônimo (340-420), entre outros, confirmam o cânon hebraico de vinte e dois ou vinte e quatro livros (dependendo do agrupamento ou não de Rute e Lamentações).

    É interessante observar que o próprio Jerônimo, tradutor da Vulgata latina, que daria origem ao cânon católico, embora considerasse os livros apócrifos úteis para a edificação, não os tinha como canônicos. Embora tendo traduzido outros livros não canônicos, ele escreveu que “deveriam ser colocados entre os apócrifos”, afirmando que “não fazem parte do cânon”.Referindo-se ao livro de Sabedoria de Salomão e ao livro de Eclesiástico, ele diz:
    “Da mesma maneira pela qual a igreja lê Judite e Tobias e Macabeus (no culto público), mas não os recebe entre as Escrituras canônicas, assim também sejam estes dois livros úteis para a edificação do povo, mas não para receber as doutrinas da igreja”.

    Vale salientar ainda que a versão siríaca Peshita, que bem pode ter sido feita no século II ou III, ou até mesmo no século I,[8] nos manuscritos mais antigos, não contém nenhum dos apócrifos.

    (CONTINUA)

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  8. (CONTINUAÇÃO)

    O Testemunho de Jesus e dos Apóstolos

    Embora as evidências já mencionadas sejam importantes, a principal testemunha do cânon protestante do Antigo Testamento é o Novo Testamento. Jesus e os apóstolos não questionaram o cânon hebraico da época (época de Josefo convém lembrar). Eles citaram-no cerca de seiscentas vezes, de modo autoritativo, incluindo praticamente todos os livros do cânon hebraico. Entretanto, não citam nenhuma vez os livros apócrifos. Pode-se concluir, portanto, que Jesus e os apóstolos deram o imprimatur deles ao cânon hebraico e, conseqüen temente, ao cânon protestante.
    O Cânon Católico do Antigo Testamento.

    O cânon católico, composto pelos trinta e nove livros encontrados no cânon protestante, acrescido das adições a Daniel e estér, e dos livros de Baruque, Carta de Jeremias, 1-2 Macabeus, Judite, Tobias, Eclesiástico e Sabedoria — 3 e 4 Esdras e a Oração de Manassés são acrescentadas depois do NT — origina-se da Vulgata latina, que por sua vez provém da Septuaginta. Livros da Lei: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Livros de História: Josué, Juízes, Rute, 1-2 Samuel, 1-2 Reis (chamados 1-2-3-4 reinados), 1-2 Crônicas, 1-2 Esdras (o primeiro apócrifo), Neemias, Tobias, Judite e estér. Livros de Poesia e Sabedoria: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cantares, Sabedoria de Salomão, Sabedoria de Siraque (ou Eclesiástico). Livros Proféticos: Profetas Menores; Profetas Maiores: Isaías, Jeremias, Baruque, Lamentações, Epístola de Jeremias, Ezequiel, e Daniel (incluindo as histórias de Susana, Bel e o Dragão e o cântico dos Três Varões).

    Alguns desses livros foram escritos posteriormente, em grego, possivelmente por judeus alexandrinos, e foram incluídos na biblioteca judaica de Alexandria, tais como Primeiro e Segundo Esdras, adições a estér, Sabedoria, e a Epístola de Jeremias.

    Nem sempre todos estes livros estão presentes nos manuscritos antigos da Septuaginta. O Códice Vaticano (B) omite Primeiro e Segundo Macabeus (canônicos para a Igreja Católica) e inclui Primeiro Esdras (não canônico para a Igreja Católica). O Códice Sináitico (À) omite Baruque (canônico para Roma), mas inclui o quarto livro dos Macabeus (não canônico para Roma). O Códice Alexandrino (A) inclui o Primeiro Livro de Esdras e o Terceiro e Quarto Livros dos Macabeus (apócrifos para Roma).

    O que se pode concluir daí é que, quando a Septuaginta era copiada, alguns livros não canônicos para os judeus eram também copiados. Isso poderia ter ocorrido por ignorância quanto aos livros verdadeiramente canônicos.

    Pessoas não afeiçoadas ao judaísmo ou mesmo desinteressadas em distinguir livros canônicos dos não canô nicos tinham por igual valor todos os livros, fossem eles original mente recebidos como sagrados pelos judeus ou não.

    Mesmo aqueles que não tinham os demais livros judaicos como canônicos certamente também copiavam estes livros, não por considerá-los sagrados, mas apenas para serem lidos. Por que não copiar livros tão antigos e interessantes? Mesmo pessoas bem intencionadas podem ter sido levadas a rejeitar alguns dos livros canônicos, ou a aceitar como canônicos alguns que não o fossem, por ignorância ou má interpretação da história do cânon.

    Convém lembrar que, embora o testemunho do Espírito Santo seja a principal regra de canonicidade por parte da igreja como um todo, mesmo assim, o crente ainda tem uma natureza pecami nosa que não o livra totalmente de incidir em erro, inclusive quanto ao assunto da canonicidade. Isto acontece especialmente em épocas de tran sição, como foi o caso de Agostinho que defendeu os livros apócri fos, embora de modo dúbio, e depois o de Lutero, o qual colocou em dúvida a canonicidade da carta de Tiago.

    (CONTINUA)

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  9. (CONCLUSÃO)

    Comentário sobre a Vulgata

    Como já foi mencionado, ao traduzir a Vulgata, Jerônimo também incluiu alguns livros apócrifos. Não o fez, contudo, por considerá-los canônicos, mas apenas por considerá-los úteis, como fontes de informação sobre a história do povo judeu. Na Idade Média a versão francamente usada pela igreja foi a Vulgata latina. A partir dela e da Septuaginta também foram feitas outras traduções. Ora, multiplicando-se o erro, e afastando-se cada vez mais a igreja da verdade (como aconteceu crescentemente nesse período), tornou-se mais e mais difícil distinguir entre os livros que deveriam ser considerados canônicos ou não.

    Esses livros nunca foram completa mente aceitos, mesmo nessa época. Mas, por estarem incluídos nessas versões, a igreja em época de trevas, geralmente falando, não teve discernimento espiritual para distinguir entre livros apócrifos e canônicos.

    Por fim, no Concílio de Trento, em 1546, também em reação contra os protestantes, que reconheceram apenas o cânon hebraico, a igreja de Roma declarou canônicos os livros apócrifos relacionados acima, bem como autoritativas as tradições orais: “O Sínodo... recebe e venera todos os livros, tanto do Antigo como do Novo Testamento... assim como as tradições orais”.A seguir são relacionados todos os livros considerados canônicos, incluindo os apócrifos. Concluindo, o decreto adverte:
    Se qualquer pessoa não aceitar como sagrado e canônico os livros mencionados em todas as suas partes, do modo como eles têm sido lidos nas igrejas católicas, e como se encontram na antiga Vulgata latina, e deliberadamente rejeitar as tradições antes mencionadas, seja anátema.[11]

    A igreja grega seguiu mais ou menos os passos da igreja ocidental. Houve sempre dúvida na aceitação dos apócrifos, mas, no Concílio de Trulano, em 692, foram todos aceitos (quatorze). Ainda assim, como sempre houve reservas quanto à plena aceitação de muitos deles, a igreja grega, em 1672, acabou reduzindo para quatro o número dos apócrifos aceitos: Sabedoria, Eclesiástico, Tobias e Judite. Por ironia da História, a Vulgata de Jerônimo, o qual não considerava canônicos os livros apócrifos, veio a ser a principal responsável pela inclusão destes mesmos livros no cânon católico.

    A obra dos reformadores foi maior do que se pode pensar à primeira vista. Eles não apenas redescobriram as doutrinas básicas do evangelho, como a doutrina da salvação pela graça mediante a fé. Eles redescobriram também o cânon.

    Graças a eles e ao testemunho do Espírito Santo, a igreja protestante reconhece como canônicos, com relação ao Antigo Testamento (é claro), os mesmos livros que Jesus e os apóstolos, e os judeus de um modo geral sempre reconheceram. Alguns dos apócrifos são realmente úteis como fontes de informação a respeito de uma época importante da história do povo de Deus: o período inter-testamentário. Os protestantes reconhecem o valor histórico deles. Seguindo a prática dos primeiros cristãos, as edições modernas protestantes da Septuaginta normalmente incluem os apócrifos, e até algumas Bíblias protestantes antigas os incluíam, no final, apenas como livros históricos. Mas as igrejas reformadas excluíram totalmente os apócrifos das suas edições da Bíblia. Melhor assim, tendo em vista o que aconteceu com a Vulgata! Melhor editá-los separadamente.

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    Portanto caro amigo Católico-Islâmico, esta é a verdade sobre a Bíblia Sagrada.

    Se você procurar ver sobre os "Manuscritos do Mar Morto" verá que aquele documento encontrado somente agora e que data de antes de Jesus vir a Terra tem o livro de Isaías completo e o estudo deste manuscrito pode comprovar como a Bíblia Protestante é fiel aos textos originais! (faça uma pesquisa no Google que você encontra)

    Já a Bíblia católica é diferente até mesmo dentre ela... os católicos mudaram sua bíblia a bel prazer a cada concílio...

    Em Cristo e Somente NELE,

    André

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  10. Um causo:
    Tinha um Tj la na empresa que não deixava o RH comemorar o aniversário dele. Até aí td bem... Ele não tinha bexiga na estação... Não trazia bom-bom.
    Um dia todos nós tivemos que assinar um documento nos comprometendo a seguir o manual de norma e conduta da empresa. Ele se recusou a assinar, pois já cumpria um "livro" e não poderia seguir dois. Foi pra rua com "livro" e tudo.

    Ainda que eles não cometam os erros que os "gospels" cometem, uma coisa não justifica a outra. Como os "gospels", é religião! Só isso...nada mais. Cada uma com seus dogmas e costumes, não podem salvar ninguém!

    Em Cristo (o único que salva)

    Ielton Isorro
    http://clamandonodeserto.blogspot.com/

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  11. Jesus diz que se podemos fazer 0o bem a alguém e não fazemos, cometemos pecado. O sangue de Jesus derramado no calvário por toda a humanidade, foi pra mim o exemplo máximo de amor. Se Jesus pode dar o sangue dele por nós, porque não podemos salvar a vida de alguém com nosso sangue? Eu acho que argumentações sobre versões da bíblia, ou quem tem a melhor interpretação, não podem nunca, anular o maior de todos os mandamentos, o amor.

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  12. Ielton Isorro

    É óbvio que existem mais detalhes neste caso que não foram contados e que talvez nem você tenha ficado sabendo.

    Pode ter sido um caso isolado de zelo mal-orientado. Mas talvez neste documento houvesse algo inadequado para um cristão assinar em concordância e que ele percebeu e você não.

    ...

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  13. Valdir:

    1- Não confunda "amor" com "sentimentalismo". O verdadeiro amor cristão nunca vai contra a sabedoria divina nem contra a obediência a Deus;

    2- Para o cristianismo autêntico os fins não justificam os meios. Nem para a lei humana: um assaltante de banco não seria perdoado só porque fez o assalto para ajudar pessoas carentes. E um cristão transigir a Lei de Deus para "fazer o bem" é pecado sim.

    3- O maior mandamento não é o amor geral, mas o amor A DEUS. E o amor a Deus significa obedecer a seus mandamentos (1João 5:3).

    4- Quer mesmo seguir o exemplo de Jesus? Quando Pedro disse para ele ter compaixão de si mesmo, Cristo o repreendeu (Mateus 16:22-23). As TJ não caem no antropocentrismo, acreditam na Soberania Divina e não colocam suas vidas acima de tudo.

    5- Os primeiros cristãos que eram jogados aos leões no Coliseu podiam salvar sua vida se antes disso renunciassem ao cristianismo. E uma das provas da renúncia era comer chouriço, um alimento que contém sangue entre seus ingredientes. Se eles colocassem a vida acima de tudo, consumiriam o sangue e sairiam vivos.

    http://www.pulpitocristao.com/2009/12/herois-da-fe-ou-derrotados.html

    6- Para de se fazer de desentendido: as TJ não recusam tratamento médico, apenas querem tratamentos médicos sem sangue.

    7- Quem disse que a transfusão de sangue salva vidas? Você sabe para que serve a transfusão? NÃO é para repor o sangue e sim para atingir outro objetivo que pode ser obtido por tratamentos alternativos sem sangue.

    8- As TJ possuem um vídeo chamado "Alternativas à Transfusão". Se você realmente é imparcial, assista. Não peço para concordar, apenas para compreender, assim como espera que pessoas que pensam diferente de você façam contigo.

    ...

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  14. Ok como dizia Jack (o estripador) vamos por parte:

    - Não confundir amor com sentimentalismo, não entendi. Optar por salvar a vida de uma pessoa é mero sentimentalismo. O que é falta de amor então?
    - Se existe um tratamento alternativo que não necessite transfusão de sangue, então porque esse medito TJ não salvou essa vida? O problema nem é a tranfusão de sangue ou não, e sim deixar morrer sem receber o tratamento médico adequado.
    - O maior mandamento é o amor a Deus e não ao ser humano? Também não entendi. Jesus disse: primeiro mandamento é amar a Deus sobre todas as coisas, e o segundo SEMELHANTE A ESTE é amar ao próximo como a si mesmo. Jesus também disse que no dia do julgamento ele dirá para alguns: “Afastem-se de mim porque eu não os conheço” - para quem ele dirá isso? Para religiosos que segundo o Senhor: “Quando estive enfermo não me visitaste (não me prestaram socorro).” Quando deixamos de te visitar? Perguntarão” – A resposta será: “quando deixaram de fazer a um de meus pequeninos”. E finalmente, diz as escrituras: “Quem diz que ama a Deus mas aborrece (não ama) seu irmão é mentiroso, pois como pode amar a Deus que você não vê, se não ama seu irmão que vê?
    - Muitas pessoas já foram mortas e a desculpa é “que estamos fazendo para agradar a Deus” – Pura religiosidade.
    È dessa forma que eu penso. Peço que me perdoe se não concordo com seus argumentos
    Graça e Paz

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  15. Valdir:

    Não entendeu ou não quis entender?

    01- O sentimentalismo leva as pessoas a agirem pela emoção, desconsiderando tudo o mais, como se os fins justificassem os meios e as emoções fossem um guia infalível. O amor importa-se, mas importa-se com sabedoria e ética, o que pode fazê-lo agir de formas contra-intuitivas.

    Uma pessoa que não sabe nadar se jogar na água para salvar alguém é sentimentalismo. O amor faria a pessoa procurar outro meio de salvar o afogado. Mentir para proteger um amigo errante também seria sentimentalismo. O amor faria aconselhar e advertir o amigo, talvez até comunicar o erro à autoridade.

    02- SE EXISTEM TRATAMENTOS MÉDICOS SEM SANGUE? Oh, sim, existem e são tão bons ou melhores do que os com sangue. Se tivesse assistido o vídeo que sugeri saberia disso. Pode ter certeza de que ela recebeu tratamento adequado.

    03- Por que o tratamento sem sangue não salvou a vida dela? Porque nenhum tratamento (com ou sem sangue) é capaz de salvar todas as vidas. Não importa o que os médicos façam, pessoas morrem. Inúmeras pessoas recebem sangue e morrem assim mesmo. Se ela tivesse recebido tratamento com sangue, teria morrido tão ou até mais depressa. Dizer que ela morreu porque não recebeu sangue é uma tremenda MENTIRA (João 8:44).

    04- Língua Portuguesa da quinta série:

    Em Mateus 22:34-40 perguntaram a Jesus qual era O MAIOR mandamento (singular) e ele respondeu que o PRIMEIRO mandamento é o amor a Deus e depois disse que o SEGUNDO é o amor ao próximo.

    Não disse que havia dois mandamentos empatados em primeiro lugar, nem que era um só mandamento em duas partes, mas que havia UM PRIMEIRO MAIOR, depois UM SEGUNDO MAIOR e (para que ninguém perguntasse do terceiro, quarto, etc.) encerrou o assunto igualizando todos os demais.

    "Semelhante" não é idêntico, há uma diferença entre eles expressa pelo próprio Jesus e uma subordinação da obediência do segundo mandamento à obediência do primeiro.

    05- O que você quis dizer com "medito"? Se foi uma imprecação escrita errada, foram dois erros. Favor ter educação e respeito, principalmente ao falar sobre o que não entende.

    6- Releia (ou leia pela primeira vez) os pontos 4, 5, 6 e 7 da minha resposta anterior.

    07- Você simplesmente não tem como discordar com inteligência porque nem pesquisou com imparcialidade. Sua opinião é puramente emocional, enviesada, conveniente.

    08- As TJ já venceram processos como estes em dezenas de países, assim como vencerão este (Mateus 5:10-12). Será que todos esses muitos juízes, tão instruídos e treinados, são tolos? Ou será que eles analisaram os casos imparcialmente e constataram que as acusações são inválidas? Você é mais capacitado do que todos esses juízes? Parece que se considera.

    09- Sua desconfiança quanto a se ela recebeu tratamento médico adequado e o fato de já ter respondido automaticamente sem assistir o vídeo que sugeri revelam muito sobre sua atitude. Provérbios 18:13, Tito 1:15, 2Pedro 2:12

    Você gosta de acusar as TJ de não terem amor (1º) porque não tem argumentos ao conversar com elas e precisa demonizá-las e (2º) porque quem não tem amor genuíno é você e projeta essa fraqueza nos outros para aliviar sua consciência.

    10- Se você é sincero, assista esse vídeo. Peça para uma TJ emprestar para você. Entenda que compreender é diferente de concordar.

    ...

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  16. Com esse comentario de Emerson, quem mais vai querer comentar?. muito boa defesa, espero que tenha dado tudo certo com essa familia e com o médico.,abraços.

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  17. Sou tj nao batizada, colocando um pouco de lado a questao "religiao" e indo pra questao "medicina" sangue de ninguem é igual ao d ninguem por mais q seja compativel, ex: a tua filha fez cirurgia e "precisa" d sangue tu colocaria msm sabendo q akele sangue tem doenças e akelas doenças pode matar a tua filha?! Sim agente reijeita O SANGUE nao procedimentos medicos! Sabe pq eles usam sangue? Pq é mais pratico pra eles e nao tem tanto custo pro hospital mas tem remedios q aumentam globolos vermelhos e até msm o oxigenio pode ser usado,entao é melhor um procedimento um pokko mais demorado e "caro pro hospital" do q colocar sangue e morrer um tempo dps pq o sangue tava contaminado (e é)!!! E na biblia fala claramente q nao devemos nos abster de sangue.

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